|
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Eventos, Notícias
O time da Ericsson completou com sucesso a viagem que qualificou suas duas embarcações para a regata de volta ao mundo com largada em outubro.

Ericsson 3
Hans Berggren - Ericsson Racing Team
Por Mariana Ohde e Marcelo Buda
Em uma viagem de 3.000 milhas, da Suécia até a base de treinamento da equipe nas Ilhas Canárias, os dois barcos da Ericsson cumpriram as 2.000 milhas náuticas exigidas pela organização da Volvo Ocean Race. Assim as equipes dos barcos 3 e 4 estão oficialmente aptos a participar da regata.
O caminho até o arquipélago espanhol foi um verdadeiro desafio para ambas as tripulações, que enfrentaram ventos e marés fortes, grandes ondas e neblinas no mar nórdico. As condições adversas permitiram que o desempenho dos barcos fosse testado em diferentes situações.
Com esse primeiro objetivo alcançado, as tripulações passam a se concentrar na largada da Volvo Ocean Race. Até a metade de setembro a equipe trabalhará nos barcos, em sua base na Marina de Puerto Calero, em Lanzarote, Ilhas Canárias. Então, se mudará para Alicante, na Espanha, para as preparações finais.

Ericsson 3 e 4 lado a lado.
Oskar Kihlborg - Ericsson Racing Team
O Ericsson 3, tripulado apenas por nórdicos, já havia sido testado antes. Pronto em janeiro está sendo usado desde março. A tripulação, comandada pelo sueco Anders Lawander, completou 6.000 milhas com o Ericsson 3 em uma viagem de Lanzarote à Suécia, que lhes permitiu expor o barco a situações diversas e ganhar experiência no oceano. O Ericsson 4 é um pouco mais novo. Foi o segundo construído pela equipe, e é comandado pelo brasileiro Torben Grael. A viagem de 3.000 milhas foi a primeira do barco lançado no final de junho.
Além da tripulação usual, o Ericsson 4 terá também um responsável pela publicação de notícias a bordo. Guy Salter, de 36 anos, da Grã-Bretanha, foi escolhido recentemente pelo time, e será encarregado de reportar toda a vida a bordo, utilizando fotos, vídeos, entre outros recursos. Salter é irmão de Jules Salter, outro navegador da equipe de Torben Grael. O membro da tripulação responsável pela mídia, ou “Media Guy”, é uma inovação da Volvo Ocean Race para a regata deste ano. Cada barco terá uma pessoa a bordo encarregada exclusivamente por passar as informações do dia-a-dia da embarcação para a central da regata em terra.
Tags: ilhas canárias, suécia, volvo ocean race
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Vitrine

A Semp Toshiba lança no Brasil os notebooks STI Infinity XS-1570 e XS-1271, resistentes a ambientes agressivos a equipamentos eletrônicos.
O STI Infinity XS-1570 possui tela LCD de 15”, com tecnologia para leitura à luz do sol. O gabinete em Alloy de Magnésio, Disco Rígido protegido e teclado e touch pad blindados tornam o notebook resistente a qualquer intempérie.
O STI Infinity XS-1271 é um blindado ultra portátil, equipado com um duto dissipador de calor, que deixa o design livre de ventiladores. O display com capacidade de leitura em contato direto com a luz e o visor LCD de 12.1” possibilitam o uso outdoor. O gabinete em Alloy de Magnésio, Disco Rígido protegido e proteções contra água e poeira se unem ao design resistente a quedas, choques e vibrações, e à proteção contra temperaturas muito altas ou baixas, para possibilitar seu uso em qualquer ambiente.
www.semptoshiba.com.br
Tags: notebooks, semp toshiba, Vitrine
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Vitrine

A Olympus traz ao mercado a câmera ideal para os aventureiros. A Stylus 1030 SW pode ser utilizada em qualquer situação extrema, desde escaladas a mergulhos: é resistente a quedas de até dois metros, suporta até 100 quilos de compressão e temperaturas inferiores a -10°C. A câmera também funciona totalmente submersa na água, a até 10 metros de profundidade.
Ela possui um revestimento repelente na objetiva, para evitar a formação de gotículas na lente, e um manômetro interno que mostra a profundidade em que as fotos foram feitas. Além de fotografar, também é possível fazer vídeos debaixo da água.
www.olympus.com.br
Tags: stylus 1030 sw, Vitrine
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Turismo
O município na Serra da Mantiqueira também é conhecido como Estância da Aventura.

Por do sol na Pedra do Bauzinho.
Por Família Muller
Não tão famosa como sua vizinha Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí é daquelas cidades que o progresso esqueceu. O centrinho, pacato e pequeno, mantém características interioranas e conservadoras. O destaque fica por conta do majestoso Complexo do Baú, que com suas três imponentes pedras (Baú, Bauzinho e Ana Chata) seduzem até o mais urbano dos visitantes. É um destino já bem conhecido por montanhistas e escaladores, e pela via ferrata até iniciantes podem alcançar o cume da Pedra do Baú, um daqueles momentos na vida que nunca será esquecido.
Contratamos a agência Buena Vista Ecoturismo para nos guiar nesta atividade. Saímos bem cedo levando na mochila água, lanches e agasalho. Começamos a subida pela face sul, onde uma trilha que sai do estacionamento do complexo leva até ao pé da pedra. Em poucos momentos você está numa grande escada de bombeiro, a muitos e muitos metros do chão, uma sensação incrível. Deste ponto em diante, é só subida até o cume. O gostoso é compartilhar com a família, tudo que sente e vê. Chegar ao cume é um capítulo á parte. Comemorar a conquista é quase uma obrigação. Num dos lados a Pedra da Ana Chata, do outro a vista da Pedra do Bauzinho. Resta ao grupo escolher qual das vistas é mais bonita para servir de cenário para o lanche. É hora de sentar, relaxar, curtir a vista e ouvir histórias.

Complexo do Baú.
Momento de descer. Os guias relembram que estamos apenas na metade do caminho, não se pode distrair-se na volta, é preciso ainda mais atenção. Descemos pela face norte, outra vista, outra via ferrata, uma nova experiência. Se o objetivo for apreciar a imponente pedra de outro ângulo, subir ao cume da Ana Chata, ou do Bauzinho, é uma boa pedida.
Confira a matéria completa na edição 14 da Perfil Náutico.
Visite o site da Família Muller: www.familiamulleraventura.com.br
Para contratar nossas palestras contate: falecom@familiamulleraventura.com.br
Tags: complexo do baú, familia muller, São Bento do sapucaí
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Malu
O empresário Cecílio Rego Almeida, falecido recentemente aos 78 anos de idade, trabalhou muito e deixou mil histórias. Uma delas, conta um de seus filhos, que nesse período de muita correria Cecílio foi ao bar mitzva, que é uma solenidade judaica quando os jovens alcançam a maioridade, do filho de um amigo.
Enquanto o rabino reza é um tal de senta e levanta. No recinto, para os convidados, cadeiras individuais. E o Cecílio, tresnoitado, meio dormindo, na terceira que o rabino mandou sentar, sentou meio desajeitado e tombou de costas com cadeira e tudo. Leia mais
Tags: coluna, receitas
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Antonio Celso
Muitas empresas buscam programas de desenvolvimento que aumentem os níveis de comprometimento de seus colaboradores.
Todos os anos milhões e mais milhões de reais são gastos com palestras, cursos, workshops, programas de incentivos, campanhas internas, grandes convenções entre outras tentativas de dizer a mesma coisa aos funcionários: por favor, daria para você se envolver mais com a nossa empresa. É como um pedido agonizante que evoca uma característica de comportamento, o comprometimento. Só que algumas empresas esquecem que o gatilho que dispara esse comportamento é interno, pessoal e intransferível. Ninguém tem o poder de dizer ao outro o que é importante na vida dele. Se fosse assim, seria fácil. Leia mais
Tags: coluna, empreendedorismo
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Raphael Zanette
Também conhecida por Côt ou Auxerrois Noir, é uma variedade originária do sudoeste francês, onde hoje tem uma importância secundária por dificilmente atingir o amadurecimento ideal. Quando é empregada na mescla de Bordeaux, dificilmente ultrapassa 10%, sendo até menos utilizada que a Petit Verdot.
Todavia, é a cepa emblemática da Argentina, onde atualmente é a tinta mais difundida e tem mostrado alta qualidade, originando alguns dos melhores rótulos da América do Sul. Os tintos platinos têm excelente equilíbrio entre concentração, maciez e “pegada”. A Malbec dá vinhos com boa acidez, fruta exuberante e coloração escura, e é ideal para regiões com muita insolação, como Mendoza, responsável por aproximadamente 70% dos vinhos argentinos de qualidade. Outras localidades de cultivo da Malbec são: França (principalmente Cahors), Itália, Espanha (Ribera del Duero – faz parte do assemblage do mítico Vega Sicília), Chile e Brasil. Leia mais
Tags: coluna, vinho
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Turismo

Lion fish, presente o tempo todo no Thistlegorm.
Por Reinaldo Alberti*
Fotos Gustavo Trunci**
Desde a antiguidade o Mar Vermelho é uma das rotas mais utilizadas para o comércio entre a Índia, o Oriente Médio e o Leste Africano. Embarcações chegavam até Suez, onde havia o desembarque dos mais diversos tipos de mercadorias, que eram levados por terra até o Mediterrâneo, onde eram novamente embarcadas para a Europa. Com a construção do Canal de Suez, em 1869, a rota passou a ser uma das mais utilizadas no planeta.
Essa região sempre apresentou águas consideravelmente perigosas para navegação, com muitas ilhas e corais, além de ventos fortes constantes. Somados estes fatores com mapas e sistemas de navegação ineficientes, uma quantidade expressiva de naufrágios ocorreram na região, especialmente no local conhecido como Estreito de Gubal, entre a costa africana e a Península do Sinai, na porção norte do Mar Vermelho.
Durante a Segunda Grande Guerra Mundial, essas águas se mostraram ainda mais traiçoeiras, já que uma das principais bases aéreas alemãs estava postada na Ilha de Creta, estrategicamente localizada para interceptar comboios aliados, comerciais e bélicos, que tentavam chegar ao Mediterrâneo pelo leste africano. Foi precisamente o que ocorreu com o navio Thistlegorm, o principal naufrágio do Mar Vermelho, hoje uma verdadeira festa para os mergulhadores, um dos melhores pontos de mergulho do planeta. Foi isso que fomos conferir. Uma visita de um time de mergulhadores brasileiros desbravou este “monstro” subaquático em 6 incríveis mergulhos, como contaremos adiante.

Penetrações com muita luz natural faz a alegria (e segurança) dos mergulhadores.
PRIMEIRO, A HISTÓRIA
Um dos pré-requisitos para se melhor mergulhar em um naufrágio é conhecer sua história. Isso sem dúvida inunda nosso imaginário de informações, nos deixando mais confiantes e fazendo nos sentir “Indiana Jones” ao explorarmos o soçobrado. O Thistlegorm tem uma história incrível. A pesquisa prévia orienta todo o mergulho, pois sabemos o que vamos encontrar em que partes, e em quais profundidades.
O SS Thistlegorm (“SS” de Steam Ship – navio a vapor) era da frota da Companhia Albyn Line Ltd, da série “Thistle”, prefixo em homenagem a flor nacional da Escócia, e símbolo da Companhia. Era um dos 8 navios da série utilizados para transporte de material bélico para a Inglaterra, que singravam os oceanos durante a Segunda Guerra Mundial. Um navio de 127 metros de comprimento, com deslocamento de 9000 toneladas, motorização de 3 cilindros, máquina a vapor tipo Triple Engine Expansion, o que proporcionava uma velocidade cruzeiro de 10,5 nós, empurrado por 1850 cavalos de potência. Foi lançado ao mar em 9 de abril de 1940, e fez sua última viagem numa missão secreta denominada “Operação Cruzada”, para transportar suporte bélico à 8ª Armada Inglesa estacionada no Egito e na Líbia, com cerca de 200 mil homens.

Um naufrágio diferente - roda de um vagão transportado pelo Thistlegorm.
Na noite de 5 de outubro de 1941 foi informado para ancorar no Grande Recife de Sha´ab Ali, considerado seguro, e aguardar ordens para atravessar o Canal de Suez. Na mesma noite, dois aviões bombardeiros alemães modelo Heinkel He 111 tinham ordem para atacar o navio Queen Mary, que transportava tropas australianas na mesma rota. Não encontraram este navio, e por pura sorte (dos alemães, claro) sobrevoaram o Thistlegorm. Aproveitaram a frustração de não encontrar o Queen Mary e despejaram duas bombas com duas toneladas de explosivos cada uma, acertando o porão nº4 e a casa de máquinas. Menos de uma hora depois o Thistlegorm dividiu-se em dois, afundando rapidamente e pousando aos 32 metros de profundidade. Seu capitão e quase toda a sua tripulação sobreviveram, salvos pelo HMS Carlisle, que estava próximo. Nove homens morreram.
Sua carga era composta por 3 tipos de motocicletas inglesas (BSA W-M20, Matchless G3L e Norton 16H), duas locomotivas Stainer 8F com vagões combustíveis, caminhões Bedford e Tilling Stevens, pneus, asas de aviões, botas para as tropas britânicas, rifles Lee Enfield MKIII, tanques Carrier MKII e grandes projéteis de canhões. Com esta carga dá para começar imaginar o nível do mergulho?
Sua segurança estava limitada a um canhão de 7.5 polegadas e uma metralhadora 40 mm, ambos antiaéreos, um na popa e outro na proa do navio, que nada puderam fazer para defender o navio na noite do derradeiro ataque, mas que hoje repousam no fundo junto com os destroços, embelezando ainda mais o cenário todo.
Confira a matéria completa na edição 14 da Perfil Náutico.
* Reinaldo Alberti tem MBA em Turismo, é Instrutor de Mergulho e proprietário da Agência especializada em turismo subaquático – www.acquanauta.com.br. Conduz grupos de mergulhadores para os melhores pontos do Brasil e do Exterior.
** Gustavo Trunci é empresário e mergulhador. Têm viajado pelos principais pontos de mergulho do planeta para fotografar.
Tags: mar vermelho, Mergulho, thistlegorm
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Personalidades

GizaraArts
Por Mariana Ohde e Marcelo Buda
Zac Sunderland tem apenas 16 anos e uma meta bem diferente dos demais adolescentes de sua idade. A bordo do Intrépido, um barco de 11 metros, ele pretende se tornar o mais novo velejador a dar a volta ao mundo sozinho em um barco. Dia 14 de junho Zac partiu da cidade de Los Angeles para bater o recorde, e pretende estar de volta até janeiro de 2010. Atualmente o mais novo velejador a completar a volta ao mundo é do australiano David Dicks, que em 1996, realizou a façanha aos 18 anos.
O barco de Sunderland foi comprado com suas próprias economias, e equipado pelos pais, que anos antes já o haviam levado para uma viagem de três anos ao redor do globo. O jovem passará por períodos de quatro a seis semanas sozinho no mar. Sem muito jeito com o fogão ele leva um aparelho de microondas para as emergências. Sua alimentação é a base de alimentos enlatados e peixes pescados no caminho. Para se distrair Sunderland ainda leva dois iPods, e mantém um blog, onde é possível acompanhar a jornada.
As paradas programadas são nas Ilhas Marshall, a 6,4 mil quilômetros de Los Angeles, Papua Nova Guiné, Austrália, e as Ilhas Maurício e Madagascar. Depois de passar pelo Cabo da Boa Esperança, na África do Sul, ele irá em direção ao Canal do Panamá e passará por Galápagos, antes de voltar para casa.
Zac Sunderland está no meio náutico desde que nasceu. Sua primeira casa foi um barco ancorado na Marina del Rey, na Califórnia, e foi pelo rádio dessa embarcação que sua mãe contou a todos sobre seu nascimento. À medida que crescia seus pais começaram a levá-lo para viagens de barco por todo mundo, o que aumentou gradativamente seus conhecimentos sobre navegação. Desde que decidiu perseguir o sonho de ser o mais jovem a circunavegar o globo tem se preparado física e mentalmente. Participou de corridas e fez entregas de iates de todos tamanhos e preços, freqüentemente tendo completa responsabilidade sobre os barcos.
Apesar de pouca idade, Zac Sunderland tem uma boa experiência e muita determinação. Sua viagem pode ser acompanhada pelo site www.zacsunderland.com, ou pelo blog, mantido pelo próprio Sunderland, www.zacsunderland.com/blog.
Tags: velejador, Zac sunderland
setembro 26, 2008 por admin
Arquivado em Entrevistas

Divulgação
Por Marcelo Buda
A Acobar - Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos está fazendo uma campanha para utilização do Selo de Conformidade. A marca de identificação foi criada para que o consumidor tenha a garantia de que o barco que está comprando foi construído a partir de critérios rígidos de qualidade, com todos os equipamentos utilizados fabricados exclusivamente para a utilização náutica.
O Selo de Conformidade da Acobar leva em conta o compromisso técnico e ético do fabricante. A Norma NBR 14574, específica para o mercado náutico, foi desenvolvida numa parceria entre a Acobar e a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, para enquadrar os fabricantes nos padrões nacionais e internacionais de qualidade.
Os selos são numerados seqüencialmente e o controle é feito a partir de protocolos gerados para cada unidade emitida. Possuem marca holográfica que ratifica a autenticidade e impede a reprodução. Uma vez afixados, não podem ser reutilizados, pois o material se desintegra ao ser removido da superfície em que foi colado.
A utilização do selo no Brasil ainda acontece timidamente. Para esclarecer alguns pontos importantes sobre o assunto, entrevistamos o vice-presidente da Acobar, Jorge Nasseh:
PN – É OBRIGATÓRIO O ESTALEIRO TER O SELO DE CONFORMIDADE?
Jorge Nasseh - O selo de conformidade, assim como as normas da ABNT, são de uso voluntário não existindo obrigatoriedade do seu uso pelos fabricantes, mas o selo atesta o fabricante que segue os padrões de qualidade ditados pela entidade brasileira que regulamenta as normas de fabricação da maioria dos produtos.
PN - QUAL O BENEFÍCIO PARA O ESTALEIRO TER O SELO?
Jorge Nasseh - O benefício do estaleiro em ter o selo é ter o diferencial do padrão de qualidade instituído pelas normas da ABNT que vigoram em todo o território nacional. Tanto estaleiros nacionais quanto estrangeiros que comercializem no Brasil, assim como os representantes de produtos estrangeiros devem estar de acordo com as normas de construção da ABNT, afinal em qualquer caso de dúvida sobre um potencial problema a norma da ABNT é o documento legal que espelha os padrões de qualidade e segurança exigidos pelas autoridades brasileiras.
PN - EM QUE SENTIDO O SELO PODE PROPORCIONAR SEGURANÇA NA EMBARCAÇÃO?
Jorge Nasseh - O selo é a garantia de que o construtor está ciente dos requisitos mínimos de construção e segurança exigidos para o uso de uma embarcação em todo o território nacional. Durante a construção ele deve seguir as recomendações ditadas nas normas, que incluem desde a construção do barco até as instalações de sistemas elétricos, hidráulicos e motorização. A norma ainda lista toda a documentação necessária à disposição dos órgãos nacionais que devem ficar registradas durante a construção de cada modelo e a necessidade de testes periódicos com os materiais usados durante a fabricação.
Confira a entrevista completa na edição 14 da Perfil Náutico.
Tags: Acobar, Jorge Nasseh, selo de conformidade
Próxima Página »
|